terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Tudo pronto no Ateliê RPPN Reluz para o início da Oficina Vivencial de Bordado Mexicano

Esta tudo pronto para o in´cio da Oficina Vivencial de Borado Mexicano, tudo preparado com muito carinho! Preparamos um kit especial para cada participante contendo um bastidor 30 cm, tesourinha de ponta fina, linhas, agulhas de tamanhos variados, tecidos de texturas e cores diferentes e algumas outras pequenas surpresas.
Juntas, teceremos muitas histórias!


quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Ateliê RPPN Reluz abre inscrições para grupo vivencial em janeiro de 2020.(Faça a sua inscrição)

Há doze anos a RPPN Reluz vem cuidando da natureza e do bem-estar animal no ES. Os trabalhos realizados no Ateliê RPPN Reluz, localizado em Jardim da Penha, Vitória/ES, apoiarão os projetos e ações da Reserva Ambiental Reluz.

A Oficina Vivencial de Bordado Mexicano tem caráter terapêutico e propõe mais que, simplesmente, se aprender uma técnica, mas, fazer da arte um caminho de descobertas do próprio potencial criativo, espantar a tristeza e experimentar novas possibilidades de convívio e expressividade. 

Ela contará com 12 encontros, com turmas  pequenas de até 6 pessoas e o bônus do atendimento floral para o participante que desejar.  

Encontros Semanais:
Quartas-feiras
Grupo manhã- 9h às 11h
Grupo tarde- 15h às 17h

Quintas-feiras
Grupo tarde- 15h às 17h
Grupo noite- 19h às 21h



Mensalidade: Investimento: R$310,00 

Inscrição: R$ 60,00
Deve ser feita no Banco do Brasil
Código para transferência via TED: 001
Agencia: 3193-3
Conta corrente: 31917-1
(CPF: 031.448.157-56-Renata Oliveira Bomfim)

Enviar o comprovante para wathsapp (27) 99574-7410) ou  
e-mail renatabomfim2006@gmail.com





Local:
O Ateliê RPPN Reluz está localizado na Rua Darci Grijó, 50. 
Ed. Madison Office Tower, Sala 408. 
Jardim da Penha, Vitória/ES 
(em frente à UFES).

Tel.: (27) 9 9574-7410



terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Reserva Natural Reluz inaugura em janeiro de 2020 o Ateliê RPPN Reluz, em Vitória/ES



O Espaço Terapêutico Arte (ESTARTE), inaugurado em 2013 em Jardim da Penha, Vitória/ES, a partir de janeiro de 2020 passa a chamar-se Ateliê RPPN Reluz, tornando-se extensão dos trabalhos de educação ambiental e qualidade de vida  realizados pela Reserva Natural Reluz. Estamos muito felizes com essa junção, pois a Reserva possui 12 anos e sempre atuou junta com o espaço, com a fusão, os serviços poderão ser amplificados.

Esse espaço é destinado as pessoas que desejam produzir e produzir-se, criar e compartilhar experiências. Esse espaço funcionou entre os anos de 2013 e 2019 como ESTARTE (Espaço Terapêutico Arte) e agora entra em uma fase na qual assume de forma mais contundente o seu DNA ambiental.

Maiores informações pelo tel./Zap: (27) 995747410
ou pelo e-mail: renatabomfim2006@gmail.com 

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Oficina de Arteterapia no curso de saúde coletiva da UFES, no Hucam (prof. Dr.ª Renata Bomfim)

Realizamos uma intervenção criativa junto aos alunos do curso de Saúde coletiva da UFES, a convite da professora Dr.ª Marluce Mechelli de Siqueira e da doutoranda em saúde coletiva Jeanine Pacheco Barbosa. Foi uma experiência rica e um momento produtivo de trocas e reflexões em torno do cuidado. Agradeço o acolhimento dos alunos e alunas e a forma como se entregaram à vivência de Arteterapia e musicoterapia (ministrada por Jeanine).

Essa atividade acontece em um contexto especial de questionamento do modelo biomédico como forma única e reconhecida de cuidado para com a saúde. Na contemporaneidade, as PICs (Práticas Integrativas e Complementares) estão, a cada dia, sendo mais utilizadas e legitimadas no campo acadêmico e junto as pessoas que necessitam de tratamento. 





Imagens da Oficina de Arteterapia na Saúde Coletiva da UFES
* Nas atividades terapêuticas optamos por resguardar a identidade dos participantes.

Estarte: Programa de promoção à saúde mental na empresa



ESTARTE é um serviço de atenção à saúde que traz no seu portfólio variados serviços. O seu nome vê-se a sigla do estado onde foi criado, o ES, empresa orgulhosamente capixaba, bem como, observa-se a principal estratégia que direciona as suas ações interventivas, a ARTE, objetivando que cada pessoa, grupo ou empresa encontre o que lhe falta, o START que lhe possibilitará fazer mudanças necessárias e significativas para uma vida mais saudável, sustentável e feliz.

O Espaço Terapêutico Arte (ESTARTE) oferece uma abordagem diferenciada para a gestão da saúde mental na empresa, na qual fenômenos humanos como estresse, desânimo, depressão e transtornos psicossomáticos possam se transformar em um dizer direcionado à saúde e a qualidade de vida.

Estudos apontam que a saúde mental de gestores e funcionários é um fator determinante para a empresa, sendo os transtornos mentais, na atualidade, a terceira maior causa de afastamento de serviço no Brasil. Nesse sentido, a empresa que desenvolve projetos que promovam o bem-estar do colaborador, amplia a produtividade.

Trabalho e vida não são instâncias separadas, assim, o bem-estar do colaborador deve ser um tema relevante para a empresa e, além do mais, o bem-estar traz resultados para as organizações.

A nossa proposta é ser um agente cuidador da empresa, levando gestores e colaboradores e a adotarem hábitos de vida mais saudáveis, lhes oferecendo ferramentas de gestão do estresse, e assim, incentivando a criação de uma cultura salutar no trabalho.

O PROGRAMA PARA EMPRESAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS OBEDECE ALGUMAS ETAPAS:

1- Vista inicial e realização de um diagnóstico e preparação de um programa de ação personalizado que venha ao encontro dos anseios e necessidades da empresa.
2-      Implementação do plano
3-      Análise dos resultados e feedback  

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Arteterapia e saúde mental: a importância das oficinas terapêuticas (Dr.ª Renata Bomfim)




“Todo mundo quer entender a pintura. Por que as pessoas não tentam entender o canto dos pássaros? Por que gostam de uma noite, uma flor, tudo o que cerca o homem, sem tentar entender essas coisas? Ao passo que quando se trata da pintura ...” (Picasso, 1935)

Esta análise versa sobre a arte como uma expressão subjetiva e seu emprego no tratamento dos transtornos mentais. Fala, brevemente, da experiência e proposta da arteterapia no Programa CDSM, projeto da UFES que integrei entre os anos de 1999 e 2006.

Ansioso por aplacar sua angústia frente à complexidade do mundo e sua inserção nele, o homem busca criar definições para tudo, e com a arte não seria diferente.
Acredita-se que a arte não deveria ser definida, visto que definir significa dar fim, esgotar. Parece-me melhor a ideia de refletir, especular, flectir e, a partir desta inclinação, observar mais de perto as peculiaridades e empregos do termo. A arte se oferece como um espelho multifacetado onde o homem pode se perceber e ver suas experiências refletidas. Viva, apaixonada, a arte não compete nem com a ciência e nem com a razão. Ela só pode ser explicada por ela mesma e na sua complexidade ela se realiza, sustenta e se abre para o social.

É um desafio trabalhar em saúde mental. Ao mesmo tempo que é instigante o contato com os pacientes é também um privilégio e as oficinas terapêuticas, apresentam-se originais e, especialmente, inusitadas.

A interação com a equipe faz valer o trabalho e renova as forças, muitas vezes tão gastas pela falta de recursos, de apoio e pela burocracia.
O Programa CDSM há trinta anos se inclina sobre a questão da  loucura, pesquisa-ação que ensina a seus participantes a não recuar diante dela e a investir no resgate social do indivíduo.

O enlouquecer é da condição humana, sendo que o desafio maior é lidar com pré-conceitos e estereótipos que retratam o desconhecimento sobre o assunto e a manutenção de uma determinada ideologia dominante. A arte é uma forma de manifestação do humano, e desde os primórdios da cultura, este interage com a natureza plasmando a matéria e comunicando sua subjetividade.

É sabido que, nos primórdios da cultura, o homem registrou nas cavernas cenas do seu cotidiano, seus símbolos, seus deuses e demônios e estas manifestações nos comunicam ainda hoje, cerca de trinta e cinco mil anos depois, sobre a forma da sua existência naquela época. Os gregos já utilizavam a expressão pelas artes nos seus processos de cura. Mas a arteterapia, instituída como tratamento terapêutico, surgiu há cinquenta anos, na Inglaterra e nos Estados Unidos.

Em 1946, a psiquiatra alagoana Drª Nise da Silveira, iniciou um trabalho pioneiro no Brasil, no Hospital Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro. Ela inseriu, na sessão de terapia ocupacional do hospital, técnicas artísticas como pintura, modelagem e xilogravura, chamando esta experiência de “Emoção de Lidar”. Essa ação humanística e inovadora da Dr.ª Nise da Silveira atestou que o paciente psiquiátrico não era afetivamente embotado, ao contrário, era capaz de produzir e de criar, revelando o seu mundo psíquico, o que produzia melhoras no seu estado geral.

Acerca desta experiência, Mário Pedrosa (1947), renomado crítico de arte, escreveu: ”Uma das funções mais poderosas da Arte, descoberta da psicologia moderna, é a revelação do inconsciente, e este é tão misterioso no normal como no chamado anormal”.

A experiência aqui retratada iniciou pelo ingresso desta autora no Programa de Extensão Cada Doido Com Sua Mania, da UFES. Ela proporcionou o primeiro contato ainda como estudante, com o universo da saúde mental na Oficina Terapêutica de Pintura do CAPS – Ilha de Santa Maria, resultado de um convênio estabelecido entre a Pró-Reitoria de Extensão da UFES e Secretaria Municipal de Saúde de Vitória/ES. Esta experiência foi decisiva na nossa escolha e formação profissional, mudando o seu rumo.

O uso terapêutico da arte tem se difundido em larga escala no Brasil e no mundo. Na arteterapia os materiais plásticos atuam como veículos facilitadores da expressão humana. Neste contexto, o “fazer” possibilita a expressão do não verbalizável. Através da arteterapia o indivíduo tem a possibilidade de criar, produzir e lançar um olhar sobre esta produção, consequentemente, esta prática auxilia na reestruturação da sua subjetividade.

No espaço arte-terapêutico prioriza-se a expressão livre e espontânea e o participante desta oficina tem recebe auxilio técnico, caso o solicite ou sinta necessidade. O prioritário não é a técnica, e sim, a expressão e produção subjetivas. A técnica pode comparecer quando solicitada pelo participante ou, se necessária, para execução de um trabalho específico, não sendo priorizadas questões de ordem estética. A arte contém uma linguagem universal e propicia um canal singular de expressão dos afetos, fantasias e sonhos humanos.

Criar para o ser humano é uma necessidade. Dessa forma ele comunica acerca do potencial de uma subjetividade e vivencia a sensação de estar contido num espaço e, de ter outro espaço contido dentro de si. Suas criações revelam suas experiências como indivíduo diante de propostas e valores existentes dentro de sua sociedade. Através dos materiais plásticos começam a surgir possibilitando que os "não ditos" se expressem simbolicamente e que estes conteúdos possam ser integrados pela consciência.

Para que o indivíduo se beneficie terapeuticamente com a arte ele não precisa ter “habilidades artísticas”, mas pode ser acolhido numa proposta terapêutica.

Dr.ª Renata Bomfim



Tudo pronto no Ateliê RPPN Reluz para o início da Oficina Vivencial de Bordado Mexicano

Esta tudo pronto para o in´cio da Oficina Vivencial de Borado Mexicano, tudo preparado com muito carinho! Preparamos um kit especial par...